As Metáforas dos Homens com as Árvores

Edda em Prosa
O homem é nomeado em metáforas de árvores, como já foi escrito antes; ele é chamado de Tramazeira, ou Testador de Armas ou de Combates, de Expedições e de Feitos, de Navios e de tudo aquilo que empunha e testa; assim cantou Úlfr Uggason:

Mas o olhar forte da Corda que Circunda
A Terrra olhou além da proa,
Para a Tramazeira do Povo
Da Pedra, e jorrou o veneno.


Árvore e Viga, como Kormákr cantou:


A Viga da espada assassina
É melhor que muitos
Na batalha; a espada
Ganha terras para o Senhor Sigurdr.


Bosque, como cantou Hallfredr Vandræ-daskáld:


O Poderoso Bosque,
E sua assassina de escudos, com cabelos
Como folhagem, fica ao Leste
Dando segurança junto ao Freixo de Ullr.


Aqui, ele também é chamado de Freixo de
Ullr. Caixa, como Arnórr cantou:


A Caixa de Navios ordenou ao Rygir
A trazer os escudos juntos
No início do anoitecer; a chuva de lanças
Durou pela noite de outono.


Freixo, como Refn cantou:


O Freyr da Batalha, gracioso doador,
Foi à cama decorada por ouro da dama;
O Freixo da Batalha de Granizo de Odin
Ganhou o espólio da masculinidade.


Bordo, como aqui:


Olá, falou o Bordo do Braço
De Gelo, a cota de Malha.


Árvore, como Refn cantou:


Desde que determinei
A ofertar o Seio do Mar de Odin,
O poema do Deus da Guerra, a Thorsteinn;
A Árvore de Espadas assim o quer.


Pilastra, como Óttar cantou:


Tu, feroz Pilastra de Guerra, segurou
Dois reis, teus territórios
Com a força de heróis, onde os corvos
Não passaram fome; belo coração tens.


Espinho, como Arnórr cantou:


Ele reuniu, o jovem Espinho de Riquezas,
Grandes pilhas de cadáveres
Para as águas, e seus homens
Guiaram e ajudaram o herói.





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